2006. Foi esse o ano em que conheci Hélio (descendente de italiano com alemão).
Todo o nosso encontro e o desenrolar dessa longuíssima história é preferível não ser dita; foge do foco em questão.
Mas foi em 2008. Quando tivemos o nosso primeiro e único, até hoje, encontro íntimo.
Já era noite. Por volta de 22:00; quando o telefone de casa tocou. Era uma amiga. Pedindo alguma informação que não recordo qual. Ela me tirou da cama. Já me encontrava aos braços de Morpheus. Perdi completamente o sono com o susto do telefone tocando.
Então decidir ligar meu celular. Para minha surpresa, havia recebido duas ligações de um número com outro DDD. Sabia que era ele. Aquele DDD só poderia ser Hélio.
Ele voltou a me ligar e dessa vez conseguiu falar comigo. Estava no aeroporto de Minas Gerais; esperando o vôo para Salvador!
Fiquei surpresa duas vezes! Não esperava aquela ligação dele, muito menos que ele estava vindo a Salvador.
Queria que fosse ao encontro dele ainda à noite. Mas não era possível. Chegaria ao hotel por volta das 00:30. Era tardíssimo e não tinha como ir até o hotel naquele horário. Ele ficou triste; no dia seguinte, estava voltando pra Brasília. Era a única chance que tínhamos de nos ver novamente.
Então, ele teve a idéia de ir ao encontro dele; no hotel; antes da minha aula; pela manhã.
ÓTIMO! Era perfeito. Assim que terminei a ligação, já estava me organizando para aquele momento: roupa, calcinha, a que horas acordar etc.
Minha sorte era que já estava depiladinha. Não precisei me preocupar com isso. Precisava usar uma roupa que não levantasse suspeitas no hotel. Não queria que me julgassem como uma GP ou algo do tipo.
O momento chegou! Fui aé o hotel em que ele estava hospedado. Um dos melhores de Salvador; pertencente a uma grande rede de hotéis.
Após alguns minutos no saguão, fui liberada para ir até a suíte em que estava hospedado.
Se dependesse dele, ainda no corredor, já começaríamos a nos pegar (risos).
Após a saída do mensageiro, nos abraçamos; uma troca de beijos no rosto selou nosso novo encontro e falamos um pouco um do outro.
Logo ele revelou a saudade que estava de mim. Em poucos minutos, peguei ele já retirando minha roupa; parecia ter pressa, ou a saudade que estava tão grande que já não queria perder mais nenhum segundo.
A vista do quarto ere belíssima. Devia ser o 14º andar. Uma linda vista para o mar!
Aos poucos ele foi me despindo.....calçado, calça e blusa! Deixou-me apenas de lingerie. Apreciou-me!
Logo veio o beijo e sentir que já estava ouriçado; foi tirando sua roupa também e pude descobrir o que levava dentro da calça: uma bela, grossa e grande pica rosinha, bem cuidada e depilada.
Recebi uma boa e demorada chupada. Achei que não soubesse fazer (risos); tinha cara de homem sério, aquele que nasceu para os livros e trabalho e que a vida sexual era uma droga. Mas estava redondamente enganada. Hélio sabia como agradar uma mulher usando apenas a língua.
Era a minha vez de dar a ele o prazer do oral. Ainda estava na época de menor aprendiz (risos); meu oral não era lá grandes coisas, mas já sabia que encontraria o meu caminho para a perfeição. Ele gostou! Na verdade, se dependesse dele, ficaríamos somente no oral.
Mas eu queria penetração. E ele soube me satisfazer. E como fez isso bem.
Passamos umas 3 horas transando. Entre penetração e oral.
Lembro como hoje que ele pedia que sentasse com minha bucetinha na cara dele.....e que a esfregasse sem pena. Queria ter toda sua fase lambuzada e com o meu cheiro.
Durante a penetração lembrei que precisava ligar para uma amiga e avisar que chegaria atrasada para a terceira aula. Ele pediu que não saísse de cima dele. E assim fiz. Liguei e falei com ela sentada naquela gostosa pica. É realmente um tesão você falar com alguém por telefone e quem estar do outro lado da linha nem desconfiar o que você pode estar fazendo enquanto fala com ela ;)
Ele não queria perder nenhum minuto comigo.
Devia ter gozado umas três vezes. Mas ele era forte o suficiente para controlar seu orgasmo. Assim ele me disse: “posso ficar aqui o tempo que você quiser; quero lhe dar prazer, isso que importa. Consigo permanecer horas sem gozar!”
Eu pedi que ele gozasse. Confesso que já não estava agüentando mais nada. Minha bucetinha já estava assadinha.
Mesmo brincando com a pica em minha boca, já estava querendo parar. Ainda era fraquinha na cama (risos).
Pedi que ele gozasse. E ele obedeceu. Em cima de mim, me deixou toda meladinha de porra!
Fui para o banho. Quando sair, ainda enrolada na toalha fui apreciar mais uma vez a linda vista para o mar na varanda. Ele por trás, me abraçou e me beijo no pescoço.
Ele adorou a minha companhia e a nossa transa. Ainda não tivemos outro contato íntimo devido as suas longas e rotineiras viagens a trabalho, mas espero poder em breve ter outro momento desse, realizando as fantasias dele e ele as minhas.
Fui para aula leve como uma pena. Nem conseguir disfarçar a minha cara de quem levou muita pica e chupada (palavras de uma amiga) (risos).
Beijos e até a próxima viagem erótica ;)

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